terça-feira, 13 de novembro de 2007

A política de um filho único, o controle natalista e suas conseqüencias

Por volta de 1970, foi implantada na China a "Política do filho único", que proibia as famílias de ter mais de um filho. Com isso, as famílias que tivessem mais de um filho, sofriam medidas punitivas, como a perda de certos benefícios sociais, pagamento de multas e até a perda do emprego.
Para ajudar o controle do crescimento da população chinesa, também foram criadas medidas antinatalistas, efetuado por divulgação e liberação de métodos anticoncepcionais como as pílulas, e até medidas mais drásticas, como a esterilização forçada da população, principalmente dos casais que já tiveram filho.
As conseqüências desta política foram nefastas. Na China, havia uma preferência para que os filhos do casal fossem do sexo masculino, e como poderiam ter apenas um filho, obviamente iriam seguir suas tradições e que este único filho fosse homem, então os casais que tinham filhas, as abandonavam ou matavam. Então, isso fez com que não houvesse mulheres suficientes para casar com os homens devido a média da população ser de 117 homens para cada 100 meninas, e em regiões do interior chegando a 163,8 meninos. No entanto, com a implantção desse sistema, a população chinesa que crescia 2,6% ao ano na década de 70, agora cresce apenas 0,6 ao ano.

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